Ilhas misteriosas contidas no Brasil.

 


Algumas ilhas são paradisíacas e a ideia de passar um tempo nelas parece um sonho. Outras, contudo, se tornaram estigmatizadas por histórias bizarras e acontecimentos estranhos.


O isolamento que torna o ambiente das ilhas tão único possibilita também a criação de pequenos universos repletos de histórias fantásticas. Todo mundo já se perguntou: o que você levaria para uma ilha deserta? Um livro, talvez um rádio ou uma câmera. Quem sabe uma bola de vôlei para chamar de Wilson? Qualquer coisa que tornasse a estadia agradável e a solidão menos desoladora. E quem você levaria para uma ilha deserta? Qualquer que seja sua resposta, temos certeza de que não seria uma assombração, uma criatura sinistra ou um alienígena pegajoso.

Algumas ilhas são paradisíacas e a ideia de passar um tempo nelas parece um sonho. Outras, contudo, se tornaram estigmatizadas por histórias bizarras e acontecimentos estranhos, cujas circunstâncias, jamais esclarecidas, tornam essas ilhas pequenas porções de terra, rodeadas de mistérios por todos os lados.

Vila Fantasma

Ilha do Medo

O menor pedaço de terra de todas as 56 ilhas da Baía de Todos os Santos, dizem, ser assombrado. A Ilha do Medo merece a alcunha. Partindo de Salvador, são duas horas de barco até ela. Vozes, gritos e gemidos se espremem para fora da mata, no momento em que os barcos se aproximam. Um velho casarão em ruínas, antigo leprosário que se prestava a isolar os portadores de hanseníase da capital baiana é o epicentro do fenômeno. O investigador do oculto vai ter muita dificuldade de alcançar esse sítio, pois mesmo durante o dia, os pescadores se recusam a pisar na ilha;



Ilha Anchieta

Ilha Anchieta, no litoral de Ubatuba, onde existem ruínas de um antigo presídio, sobre o qual orbitam histórias de assombrações e luzes misteriosas. As histórias contadas pelos moradores registram coisas fantásticas sobrevoando a ilha, como fantasmas, demônios e discos-voadores.

Até hoje, muitos dos que visitam a ilha afirmam ouvir algo semelhante a uma risada de uma garotinha ecoando com o vento. Há quem diga, entretanto, que a ilha jamais foi habitada. Outra história fala sobre três pescadores famintos que voltavam ao continente de uma viagem de pesca infrutífera. Atraídos pelas bananeiras da ilha, os pescadores desembarcaram e logo foram picados por cobras.

Desesperados, voltaram para o barco e tentaram alcançar o litoral a força de remos. Mas o veneno já agia em seu sistema nervoso e eles se perderam no mar. Várias semanas depois, dois marinheiros foram encontrados mortos, deitados sobre poças de sangue. O terceiro pescador jamais foi encontrado. O cultista do bizarro poderá tirar suas próprias conclusões.


Ilhabela

Na região de Barra Velha, em uma das antigas fazendas de café, há coisa de duzentos anos, conta-se que uma jovem mulher, casada com um coronel aposentado, costumava se banhar numa das cachoeiras das proximidades. Certa tarde, um dos escravos da fazenda, em fuga, surpreendeu sinhá nesse local. 

Nem sinhá, nem o escravo nunca mais foram vistos, mas até hoje, naquelas paragens, dizem que é possível ouvir os gritos e súplicas da moça. Dizem também que o espírito do escravo ainda pode ser avistado nas matas próximas vagando sem nunca encontrar um caminho para fora da ilha.

Qualquer que seja a origem dessas histórias, mentira ou superstição, aparentemente, o turismo macabro começa a tomar forma no Brasil.

fonte:aventurasnahistoria.uol.com.br

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