Três desaparecimentos misteriosos e outros dois extras. Parte 16.

  

A família Marcos 

Em 1988 estavam em uma viagem a Califórnia. Iam para tirar férias num resort por 10 dias. João, Maria, e os filhos Susan e Pedro foram todos alegres, aonde mandariam contatos. Com eles vinha a jovem Camila amiga de uma das filhas. Os dias passaram e se divertiram muito. Na volta no dia 15 de novembro estavam de carro na volta para casa em meio a estrada. Ligavam para os familiares animados. 

O destino devolta seria por volta das 18:00 horas aonde Camila seria entregue para casa. A mãe que esperava nunca viu a filha retornar, assim como a família não voltou para casa. Se consideraram como desaparecidos. A polícia chamada as 21:00 e antes disso João liga para Mariana a mãe de 77 anos dizendo que havia entrado em uma rodovia errada e estavam sem a falta de contato, mas que arrumou a rota e logo retornariam. O tempo demorou demais sendo que as 23:05 Camila ligou aos pais dizendo que parecia terem se perdido mais ainda indo a uma estrada sem direção. Dois minutos de conversa ela afirmou estarem vendo uma luz verde piscando no céu noturno, estava assustada e assim a ligação caiu. 

No dia seguinte o carro da família foi encontrado a mais de 454 quilômetros da estrada Californs 17 uma totalmente fora da rota. Ele estava com as portas trancadas e encontraram Susan, ela estava com as roupas rasgadas e passou por hipotermia, encaminhada ao hospital enquanto os demais foram procurados mas sem sucesso. Ela diz que não se lembra do que ocorreu, apenas que se assustou ao ver uma luz verde piscante aonde saíram do carro e não se lembrou mais depois do que ocorreu. Devido a anos e anos de investigações em meio a interrogação de todas as pessoas que a polícia suspeitou nenhuma sabia de nada. A família marcos junto a amiga se Susan desapareceram misteriosamente. O que mais se acredita era que foram todos abduzidos. Até hoje esse caso está sem solução. 


Pedro Maunus

Pedro tinha 35 anos quando entregava correspondências aos vizinhos, era carteiro e estava nessa carreira a 4 anos. No dia 3 de março de 2000 ele entregando as demais enviou ao vizinho Maurício e sua namorada as 15:00 quando ele ligou para os pais dizendo estar retornando para casa. Mas antes disso ocorrer ele ligou dizendo que chegará atrasado pois foi informando de que mais uma carta estava a ser entregue a um destinatário. Depois disso Pedro nunca mais foi visto. Em meio a buscas uma câmera de segurança mostra ele com uma carta na mão indo a rua Marins Pulon, foi a última imagem registrada de pedro e bem lá havia uma carta no chão aberta sem nada dentro. Quando a polícia encontrou havia escrito logo atrás.

Faltou essa carta, leve a estrada M, te espero lá. Assinado: Luana e Eduardo.  Um cão farejador conseguiu captar que pedro entrou em pequenas moitas a 60 km de casa. Não se teve mais pistas de Pedro. O caso ficou insolúvel e quem eram as pessoas na carta a família e ninguém conhecia e nem ao menos a estrada M. Se acredita que Pedro poderia ter inimigos aonde eles sabiam que era um carteiro e que levaram a carta para ele entregar. Se pode dizer que Pedro foi a uma fuga, ou morto quando chegou no destino, como tudo ter sido uma armação. Nenhuma teoria bateu e pedro nunca mais foi visto, o destinatário da carta fica um mistério total. 


Mariana Locuns Dorin.

Uma jovem de 19 anos costumava viajar no inicio do ano com a família para a praia. Em 2004 no mês de Janeiro ela levou uns amigos junto para uma casa que tinha no interior a praia de Santos. Foram os primeiros dias maravilhosos numa praia quente, aproveitando a pequena cidade para darem uma volta. No dia 14 ela foi com a família e amigos na praia. Chegaram as 7:00 foi gostavam de pegar lugares bons, mas algumas pessoas também iam. Mariana quando terminado de ajudar foi chamada por uma moça para ajudar ela a por o guarda sol, estavam duas filhas tentando também. A família não viu problemas e deixaram. Mas passando 20 minutos se preocuparam que algo ocorreu a Mariana, o pai achou que ela ajudou e foi ao mar, mas muitas pessoas haviam na praia. Pediram ajuda ao salva vidas que em um mega fone chamaram por ela diversas vezes indo a várias direções a praia. Foram incríveis 14 horas de procura, até a praia ir se esvaziando e ao ficar sem ninguém notaram que Marina desapareceu.   O celular dela estava com a mãe e nenhum contato tinham. Se pensou que ela foi ao mar e se afogou mas seria claramente vista no fundo. A polícia achou que ela teria fugido ou ido a um local que chamou a atenção dela, mas a família afirma que Mariana não faria isso. Então que foi sequestrada. A informação que tinham era que uma mulher pediu ela para ajudar a por um guarda sol na areia. No dia seguinte pessoas que ouviram o desaparecimento afirmam ter visto uma jovem no dia ajudando uma da mesma idade enquanto uma adulta e outra duas meninas agradeciam. Nada suspeitaram e voltaram a atenção para a praia. Como era muita gente ninguém se lembra de ter visto elas saindo da praia.  Chegou a conclusão que teria sido uma armação da tal mulher para sequestrarem Mariana.

Pessoas relataram ser uma mulher gorda de cabelo preto longo, uma menina loira, outra de cabelos que iam aos ombros e uma de cabelo preso que era ajudada por uma jovem que segundo ao descreverem ela a família reconheceu na hora. Como não foi dado outro desaparecimento de adulta e outras jovens se pensou que a mulher seria viúva e estava com as filhas. Embora as buscas que chegaram a ser feitas no estado a anos se encerraram no fim de 2018. A mulher as três jovens e Mariana que estava ajudando nunca mais foram vistas. 


Daniel Rodrigues. 

Em 2008 Daniel estava com seus amigos em uma quadra jogando basquete as 16:00 depois da aula como costumavam fazer. Algumas pessoas viam o jogo e achavam Daniel de 22 anos demais no jogo, aonde poderia ser um futuro profissional. Foi o que Daniel aproveitou quando ouvia muitas vezes isso. No dia 14 de março do mesmo ano ele prometeu aos amigos depois de mais um jogo. Mas na sexta seguinte Daniel foi dado como desaparecido. A última vez que foi visto foi depois de ter levado os amigos de carro para casa, entre elas a amiga Raquel. Ela disse que nada de incomum, apenas falavam bem da habilidade de Daniel. Antes de agradecer a carona ouviu ele dizer que iria treinar muito pois era mesmo um sonho dele ser jogador de basquete. Jurou nada ter ocorrido de incomum. A família diz que Daniel não tinha inimigos nem problemas mentais. Depois de 4 meses de buscas o carro dele foi encontrado inexplicavelmente em uma praia perto do Paraná em época pouco habitável. O estranho era que ninguém viu um carro entrando nela. Os pneus estavam presos da areia e a identidade dele coberta por areia. A carteira de habilitação foi achada presa numa pequena pedra supostamente levada lá pela maré. Nada mais foi encontrado. Se acredita que Daniel dirigiu de carro até a praia se abastecendo no caminho entrou com o carro nela e foi em direção ao mar aonde se afogou, pois não havia outro lugar para sair. Pessoas ficaram surpresas ao terem visto o carro. Supostamente ocorreu isso anoite ou de madrugada quando as ruas da praia eram desérticas. O que ocorreu com Daniel depois de ter deixado Raquel em casa fica um grande mistério. 

Alguns afirmam que ele não queria decepcionar todos ao ver que não teria capacidade de ser um jogador de basquete, embora isso não faça sentido. Daniel nunca mais foi visto novamente. 

Joaquim Marins Silva.

Era um menino educado e bem respeitado com apenas seus 13 anos de idade. Muitos amigos e bem conhecido era estudioso e o orgulho da família. Ele todos os sábados de manhã ia comprar pão para a família e passar em frente a uma banca para comprar figurinhas para o seu álbum. Foram quase seis meses para completar. Num sábado de março em 2005 ele estava com receio de querer completar logo e foi a praça de tarde para ver mais figurinhas. Avisando a família não souberam mais dele desde então. O dono da banca disse que ele comprou mais figurinhas e estava normal, viu ele abrindo elas enquanto saia e depois não soube de mais nada. No dia seguinte uma pessoa ao ver o desaparecimento de Joaquim que foi espalhado procurou a polícia e disse que viu um jovem colando figurinhas num álbum, depois uma menina se aproximou e parecia pedir um favor para ele ajudar ela a amarrar o tênis. Joaquim ajudou e logo ela pegou o álbum dele e saiu correndo, aonde logo atrás Joaquim foi pedindo para ela devolver. Ela estava junto com outra menina parecendo ser da mesma idade. Outra família anunciou também o desaparecimento e a menina era igual a descrita vista pegando o álbum de Joaquim. A última vez que foram vistos era ela entrando por uma janela e Joaquim tentou o pegar mas a menina rasgou parte dele e Joaquim entrou para pegar. Foi o que disse uma moradora que ouviu vozes de um menino pedindo para ela devolver. A família havia chego a pouco tempo depois quando viu o desaparecimento da menina, era ela Luana Catarina de 9 anos  e a outra junto era a irmã Carol de 10 anos. Ela chegou a ser procurada aonde pensaram que ela se escondeu e Joaquim a procurava. Nada foi achado nem ao menos o álbum. A casa tinha um muro que dava acesso a uma outra rua, e nas buscas os cães mostram que supostamente passaram por esse muro. O álbum foi encontrado molhado dentro de uma pia, a roupa dele estava rasgada ao lado com manchas de sangue, ao ser coletado havia digitais, ao serem analisados o sangue era de Joaquim e as digitais de Luana. Ao passarem o muro havia umas manchas de sangue em forma de mão e eram pequenas. Mais afrente uma faca foi encontrada dentro de uma moita enfrente a casa de uma moradora, lá dentro havia as calças de Joaquim e sinistramente um dedo cortado. A última coisa que encontraram foi a cueca dele dentro de outra moita perto de um depósito de lixo. Ela parecia ser marcas esfregadas por um sabão. A última coisa foi o celular dele mas nada havia de estranho, estando intacto. 

Se pensou que as meninas deram um sequestro nele, mas a falta de câmeras nas proximidades e poucos pessoas estando por perto no dia do desaparecimento ficou difícil a polícia procurar por mais pistas. A família das meninas ficou em choque e não acreditam que Luana e a irmã poderiam fazer algo com Joaquim, não tinham problemas mentais e eram bem educados. Joaquim não conhecia elas e os três não foram mais vistos. O que não se entendia era o porquê Joaquim estava colando as figurinhas dele em uma outra praça em vez perto de casa e muito menos porquê a menina pegou o álbum dele. A polícia suspeita que algo tinha lá dentro ou Joaquim deu de cara com elas e algo aconteceu aonde gerou a ação incomum da menina e o desaparecimento deles. Nada nunca foi encontrado, Luana, Carol e Joaquim nunca mais foram vistos, o paradeiro deles fica um grande mistério.

ouniversomundo. 

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