Três desaparecimento. N-04

 




Um atropelamento real.

Jéssica Saburs de 22 anos assistiu um filme de mortes, o caso mais chocante para ela foi um atropelamento a qual chegou a pensar muitas vezes na pessoa que era atropelada conversando ao celular por um caminhão a deixando esmagada de forma violenta. Isso deixou Jéssica de feliz e sorridente para assustada e menos falativa, foi um exagero aos pais mas ela começava a dizer ter pesadelos em sempre pensar na cena que via no filme e descontrolada foi levada a um terapeuta. Com uns meses ela pareceu melhorar a esquecer o filme que viu. Mas depois as amigas na faculdade chegavam a comentar do filme as cenas e levou Jéssica a ficar mal novamente a ponto de surtar agredindo a amiga e foi separada levando uma suspensão, mas entendiam que não fez por mal apenas pelo filme e chegou a ser tratada novamente mas era tarde demais. Foi quando a mãe se irritou com o marido ao ter aconselhado a filha assistir o filme. Mostrando culpado ele disse que faria de tudo para deixar a filha calma, mas por incrível que pareça era uma cena muito forte deixando um medo a Jéssica. Duas semanas depois ela disse que iria esfriar a cabeça dando uma volta a praça e ninguém via problemas mas ela desapareceu, foi notado apenas anoite ao notarem que Jéssica não estava no quarto. Quando as buscas chegaram a serem feitas notaram que Jéssica foi vista em diversos locais em várias esquinas pedindo para alguém a acalmar mas não dizia o que era, e assim a família confirmou que era pelo filme. Foram semanas de buscas e não se sabia aonde Jéssica estava.  Não dava mais contatos e passou meses e nenhum sinal de Jéssica e a forma para ela esfriar a cabeça poderia ser de suicídio pois o nível de estresse dela era elevado nas primeiras semanas de tratamento. Remédios nada adiantaram e ainda estava desaparecida. Em um certo dia souberam que uma adolescente havia morrido e chamou a atenção e preocupação da família e foi anunciado o atropelamento a caminhão que atingiu em cheio a vítima. Pessoas dizeram que atravessou a rua sem olhar aos lados aonde o caminhão não teve tempo de parar. Notaram ser Jéssica que chegou a ser socorrida mas não resistiu aos ferimentos, o caminhoneiro foi acusado a morte culpada sem a intensão de matar e logo foi solto em seguida. O enterro de Jéssica ocorreu no dia seguinte a sua morte. A qual morreu atropelada por um caminhão e em seu túmulo uma mensagem foi encontrada que dizia: Morreu do mesmo jeito da cena que não saia de sua cabeça, um triste destino não se sabe quem escreveu essa mensagem.

O assassinato de uma menor.

Sabrina Murdens jantava com a família a mãe a obrigava comer ervilhas a qual não gostava e o jeito que era obrigada começou a lhe torna de uma forma agressiva. Um dia sua boca foi forçada a ser aberta a qual mordeu a mão da mãe e em seguida a deixou de castigo por um mês. O prato chegava ao quarto sendo ervilhas e com raiva jogava elas na parede irritando demais a mãe chegou a apanhar e aos dias ficou mais raivosa ainda ao ver que sua mãe não desistia ao dizer que conseguiu fazer os outros filhos a comer ervilha e que Sabrina seria a próxima mas que estava sendo a mais difícil. O marido diz para ela parar pois via a filha já agressiva até mesmo na escola com as pessoas a vendo totalmente diferente da antiga Sabrina que era. No dia 22 de novembro de 1993 a mãe foi encontrada morta no quarto a qual recebeu um tiro de revólver, os sinais mostravam que ela foi sufocada com uma almofada que estava ao lado antes de levar o tiro. Para seu marido achou ser algum assassino que sua esposa se desentendia e o caso ficou parado por nada ser encontrado. Mas 20 anos depois Sabrina com 22 anos acabou admitindo ter matado a mãe por não aguentar mais ver as investigações e afirmou ainda que na tarde do assassinato tiveram uma briga feia e estando irritada demais queria se livrar de vez das ameaças das ervilhas. Seu irmão Joaquim acabou afirmando também que foi no meio da tarde e depois de provas concretas Sabrina foi indiciada a 30 anos de prisão pela morte da mãe, tudo por não querer comer uma ervilha. Disse nem se arrepender no que fez pois estava livre ao notar que os pratos da prisão não tinham ervilhas. Um crime incrível de uma menina de apenas 4 anos que assassinou a mãe de 42 anos. 

O caso de Leticia Murthurs Monca.

A jovem havia terminado o ensino médio e havia uma formatura. Ela ansiosa não chegou a aparecer no dia por ter desaparecido dois dias antes por volta das 7 da manhã quando ia a padaria. Ninguém mais a viu desaparecendo de forma misteriosa não soube o que aconteceu. Três meses depois a família e amigos chegaram a ser acusados pelo desaparecimento dela, mas sem nenhuma prova, investigando no quarto dela atrás da cama havia um recado parecendo ser uma lista que incluía comprar pão e levar para casa o qual se encontrava também uma frase de ir ao ponto de ônibus parar numa área próxima a estação de metrô, lá incluía descer em 4 estações e depois caminhar até matas próximas a um terreno abandonado. Uma pessoa chegou a ver uma menina descendo e ao descrever ela correspondia a Leticia por uma tatuagem de quatro corações no braço e ainda a estação correspondia a dita na carta e isso fez a família chegou a seguir os passos até chegar no final sendo uma casa abandonada mas nada comprovou que a jovem entrou nela e para deixar misterioso ela não foi encontrada quando o local foi vasculhado e nem ao menos vista nas ruas. Oficialmente desaparecida foi espalhados anúncios e cartazes da jovem. Mais de sete anos se passaram e nada de Leticia havia, se acredita que ela teve um desentendimento com alguém como o namorado mas era um bom casal o qual não entendia o desaparecimento da namorada, passou a ser interrogado mas não havia provas contra ele que diz nada ter feito apenas estando preocupado. No papel se reparou que havia uma parte rasgada abaixo dele que poderia conter o caminho final, os sinais apresentava ter sido rasgada, mas não se sabe quem fez isso ou se foi Letícia mas a polícia viu como uma forma de esconder o paradeiro dela. 
Ela não tinha problemas mentais nenhum desentendimento com alguém segundo pessoas que andavam com ela dizem ela ser uma boa menina e alegre. Como o caso não foi resolvido não se têm a menor ideia do que aconteceu. Um homem diz ter visto uma jovem embarcar em um trem mas não sabia o destino e nem se ao menos era Jéssica. Isso deixou todos confusos e surpresos, jamais souberam o que motivou ela a fazer todo aquele caminho aonde ela poderia ter a mínima vontade de ir a formatura com medo de alguma ameaça por algum aluno, fugido ou se encontrado com alguém. 
O pedaço do papel nunca foi achado e nem ao menos Jéssica. 


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