três desaparecimentos misteriosos parte-15

 


O mundo contém mistérios demais, muitas pessoas desaparecem sem deixar pistas ou após o sumiço são encontradas mortas ou com falta de consciência e não sabem explicar o que aconteceu. Vamos ver casos que pode deixar a humanidade intrigada de desaparecimentos, não é uma surpresa ao nosso mundo quando milhares de pessoas desaparecem por mês. O resumo dos casos misteriosos em nosso mundo.

Susie e Marcos.

Dois jovens de 18 anos moradores de Inglaterra nos Estados Unidos, um casal feliz que demonstra ser amorosos. No dia 18 de junho Susie em férias havia comentado aos pais que teve um pedido de casamento na escola por Marcos e deixando a família emocionada queria fazer uma comemoração, no mesmo dia jantaram num restaurante perto de casa. O que se sabia era que os dois tinham algo em comum, querer explorar partes sinistras do mundo, e conversando no restaurante eles têm a ideia de fazer um acampamento num fim de semana juntos para comemorar e isso foi uma semana depois quando se planejaram, as famílias viam como eram responsáveis para começar a lidar com uma vida independente, mas se assustam ao verem que levaram o gosto em comum para botar esse acampamento em um pântano chamado Lindow Moss em Cheshire bem comum nas épocas medievais o qual guardou uma informação de que lá havia um corpo de múmia preservado e descoberto depois em 1984 na turfa do pântano e isso chamou a atenção deles. O pântano é também rico pela sua flora e fauna entre eles capim de algodão e uma espécie de borboleta verde.

Sendo depois sabido mais dele os pais dos jovens então não viram problemas e os dois se prepararam. No dia 3 de julho de 2012 ambos informaram por celular estarem na barraca feita por eles numa margem pequena perto de um rio sendo uma linda paisagem. Susan mostrou fotos a mãe dizendo estar tudo bem a qual estava se aventurando com o namorado no primeiro dia. Os seguintes foram a mesma coisa aonde conseguiram mandar fotos do pântano, Susan pensava em criar um canal para postar os vídeos que estava fazendo, amos dormiam cedo e acordavam cedo. 

No último dia 8 de julho seria o dia que bota o fim ao casal. 

Tudo estava normal quando a noite no acampamento a mãe em casa recebeu uma ligação de Susan assustada a qual diz ser um vulto escuro perto do lado próximo a eles e ouve no fundo Marcos dizer para recolherem a barraca e objetos e voltarem para casa. 

Parecendo que Susan havia deixado o celular ligado a mãe chamou o pai e a outra filha que ouviam a voz dos dois, o som do carro era evidente que Marcos estava dirigindo e pelo som em alta velocidade mostrando estar tanto assustado quanto Susan. Foram gritos dela ao dizer a Marcos que parecia um ogro e estava mais próximo a eles, os dois gritavam por segundos e num certo tempo ficaram aliviados. A mãe diz o nome da filha que percebe ter deixado o celular ligado e o susto que passaram diz que despistaram ele, Marcos fica tranquilo mas junto a ele não pensam em passar a noite lá dizendo que estavam retornando a estrada para casa, minutos passaram e mesmo na escuridão dizem ter achado a estrada. Meia hora depois Susan liga a mãe que ouve já o ruim.

-Mãe estamos.....vendo o vulto parece um ogro chamem a polícia. diz a filha assustada junto a Marcos que acelera mais ainda e tenta a acalmar. 

-Calma não ´precisa ligue a sua mãe estamos sim na estrada, estamos bem senhora Claudia. diz o namorado de Susan dizendo para ela desligar.

-Ok amor vai dar tudo certo, logo vamos chegar em casa mãe. diz Susan a qual desliga.  

A família esperava por outra ligação para ver se estavam realmente no caminho certo, mas a irmã de Susan diz que acredita que sim e pede para os pais ficarem calmos.

As 23:16 Susan liga a mãe novamente a qual ouve a voz da filha fraca.

-Não estamos na estrada....não fazemos a menos ideia que lugar é aqui....

-Estamos vendo o vulto novamente....diz marcos. 

-Parece que é um.....os dois num suspiro assustados a ligação, foi a última ligação que Susan fez a mãe a qual não retornou mais a ligação tanto quanto Marcos. 

Em pânico acionam a polícia que no dia seguinte 9 de julho uma busca gigantesca foi feita em todo o pântano por milhares de polícias, helicópteros, cães farejadores e equipes de buscas na selva por cerca de 9 meses a área total foi completamente vasculhada mas sem sucesso, nenhum vestígio do carro quanto ao casal foram encontrados. Em meses de investigação teorias surgiram de que os dois brigaram aonde Marcos levou os dois a um caminho diferente para a matar e fugir, outra que estavam mesmo perdidos, ou uma suposta fuga para explorarem locais mais perigosos e levar a uma comemoração perfeita, mas nenhuma faz sentido pois o casamento seria um dia depois de retornarem. Os anos passaram e a polícia imaginou que eles dizendo do vulto seriam vítimas de um ogro e assim assassinados ou levados a algum local. 

Desaparecidos a mais de 25 anos o que ocorreu a Susan e Marcos nunca foram encontrados, e o que ocorreu naquela noite no pântano fica sendo um mistério absoluto. 

O vovô Felipinho. 

Era um idoso de 112 anos morador de Brasília era viúvo o qual sua esposa faleceu aos 98 anos em 1933, Felipinho tinha uma grande fazendo que cuidava com seu pai desde os 12 anos de idade e teve o sonho realizado de ser o dono dela junto ao seus 34 vizinhos dando 234 pessoas aonde cada uma trabalhava na fazenda como coleta de milho, gado, as esposas ajudavam nas plantações e crianças brincavam enfrente a casas com bonecas e carrinhos. Felipinho era chamado assim pelo modo carinhoso como era, e mais de 69 anos cuidando da fazendo amada teve anos de alegria nunca enfrentando nenhum problema ou desentendimento com alguma pessoa sempre com um sorriso aos trabalhadores e animando as crianças com seu jeito engraçado, Felipinho era tão honesto que contava qualquer coisa de sua vida a pessoas tendo todos uma grande confiança, sendo um vovô muito desejado a um neto que via ele. A cuidadora dele era a neta Joaquina de 22 anos e Felipinho tomando medicamentos por problemas de saúde era levado por ela a farmácia para comprar seus remédios, era muito bem cuidado por ela desde que a esposa dele faleceu. 

No dia 12 de abril de 1934 era mais um dia alegre a Felipinho e todas as pessoas ainda mais sua neta que recolhia as roupas do varal enfrente de casa, conversavam alegremente, mas no inicio da tarde o tempo começou a ventar e Joaquina achou melhor ele entrar em casa mas Felipinho diz não ter problema querendo ficar sentado em sua cadeira na porta de casa vendo a fazenda. O tempo piorou e Joaquina disse que era melhor entrarem mas recebia um não educado, quando começou a chover Joaquina foi até ele para o ajudar mas Felipinho negava, uma criança que passava perto com a mãe para casa voltando com leite viram pela primeira vez Felipinho discutir com a neta que pediu ajuda a elas para levar Felipinho para dentro de casa, quando se aproximaram viram ele de saco cheio concordando com a neta que iria entrar em casa. Joaquina olha a elas agradecendo pela ajuda que iriam dar e vê elas achando estranho Felipinho não querer entrar em casa a qual começou a pensar o mesmo. Quando entrou em casa teve o maior susto, viu a bengala de Felipinho ao lado da porta do lado de dentro e os óculos dele no chão, mas sem Felipinho presente, pegando o óculos ela olha aos arredores chamando por ele mas tudo em silêncio, procurando na casa toda não acha Felipinho e assustada mesmo com a chuva aumentando pede ajuda a um vizinho perto dizendo o avô ter desaparecido. Era uma preocupação pois Felipinho era a alegria da fazenda e a ajudando a procurar pelas proximidades da casa não encontram ele. Mais de duas horas na chuva chamando outros vizinhos, não encontraram ele. 

Passando a chuva sendo 17:00 ficou mais fácil o procurar, e logo Joaquina pensou que encontraria o avô pois ele anda devagar e precisa de ajuda. Foi o total de 9 horas o procurando mesmo anoitecendo mas sem sucesso. Acionaram a polícia no centro do estado que começou as buscas por Felipinho, perguntaram as pessoas e a última provavelmente que o teria visto foi um jovem de 28 anos chamado Ronaldo Fanquemar, ele estava ajudando os pais a recolher as roupas e disse ter visto um idoso andando lentamente, afirmou que chegaram a pedir ajuda pois estava chovendo mas foram ignorados vendo ele seguir enfrente. A partir daí não se teve mais informações de Felipinho.

Procurado no estado inteiro chegou a ser em outros, incríveis um ano de busca nunca acharam uma pista de Felipinho. Uma mulher de 37 anos afirmou a polícia ter visto um idoso entrando em uma mata a mais de 150 km no dia 23 de agosto de 1935 e as características batiam com as de Felipinho, afirmou ele estar com dificuldade para andar e também disse oferecer ajuda a ele mas foi ignorada. Na mata vasculharam a trilha e encontraram o par de chinelos de Felipinho que usava no dia que desapareceu, como era só mato enfrente e uma área desértica era talvez a última informação que poderiam ter de Felipinho. Dois dias depois foi encontrado a camiseta dele boiando num rio e era só, a polícia não encontrou mais nada do idoso. 

Passado anos se imaginou que ele foi atraído por alguém ou que alguma pessoa lhe ofereceu uma bebida em algum momento daquele dia que deu um efeito em Felipinho sendo a teoria que Joaquina começou a acreditar, pois o avô não tinha problemas mentais, em sua vida Felipinho não teria revelado tudo de sua vida e algum problema sério ele ficou lá para resolver mas nada pode ser provado pela falta de pistas, o que chocava era como ninguém o trouxe de volta e como ele conseguiu andar sem os óculos o que deixou o caso a ter um mistério em crescimento. 

Joaquina esperava alguma notícia mas nunca chegou nada a ela a qual teve que trabalhar normalmente na fazenda ficando triste como todo mundo, a falta de Felipinho havia mudado a fazenda para sempre. O que teria ocorrido a Felipinho e aonde ele estava para depois ser visto entrando em uma mata aonde foi encontrado seus chinelos e roupas dentro da mata a polícia nunca descobriu o real motivo, sendo que certamente ele está morto mas o corpo nunca foi encontrado. 

O que ocorreu com Felipinho ficou um dos maiores mistérios em desaparecimentos.

O caso de Sarah.

A menina Sarah era Russa e tinha 9 anos de idade e gostava sempre de uma reza a família, mas ela fazia isso um maior parte em todos os dias não tendo tanto contato assim com os pais. Era o ano de 1990 e ela ia a igreja todos os dias depois da escola junto com a mãe ficando lá mais de três horas após a missa, ela chegava a ser a filha pedir apenas saúde e alegria na vida de todos. 

Um ano depois deixou seu quarto repleto de folhas em frases de oração e tudo que ela via na igreja, mas Sarah pedia para ninguém tocar nas coisas dela. Um dia a empregada limpando o quarto dela e curiosa viu um papel que deixou cair no chão sem querer quando limpava a escrivaninha dela, ao pegar ele lê que Sarah pretendia estar uma noite na igreja e antes de ler o resto foi pega por ela que voltou mais cedo da escola, a menina ficou revoltada e gritou com a faxineira que tinha a confiança por mais de 3 anos, contou a mãe a qual ela se desculpou e quase querendo contar aos pais do que leu resolveu ficar quieta pois sabia que Sarah não tinha como sair de casa. Terminando o serviço ela passa ao quarto de Sarah a qual ao ver ela aceitou as desculpas mas não queria que ficasse a vendo e assim foi embora vendo Sarah escrever mais e justo no papel que ela olhou ficando meio que preocupada, descendo as escadas ouvia a menina dizer saúde e felicidade diversas vezes. 

Ao passar do tempo Sarah ficando cada vez mais orando começou a mudar mais quando a empregada a via, chegando a ver ela fazer rituais ficando sentada no chão pedindo saúde e felicidade. Sempre pensou no que leu e se ela estava falando sério, mas nunca botou pânico pois os pais a olhavam muito e sabia o medo de Sarah sair a noite. Três semanas depois numa segunda feira chegou em casa de tarde quando os pais ainda trabalhavam viu Sarah no quarto com a roupa de ficar em casa, ao descer cozinhando normalmente em meia hora a chamou ela para almoçar ouvindo da menina que já irá descer, depois disso ela não soube mais nada de Sarah.

Passando mais de 20 minutos estranha e sobe ao quarto não achando a menina, descendo a vendo estar fora de casa notou que a porta estava destrancada e ao procurar a chave não achou. Foi mais de 3 horas a procurando e notando que supostamente que a menina pegou as chaves e saiu de casa pois apenas ela e os pais sabia aonde as chaves ficava, saindo de casa procurou em todos os cantos mais sem sucesso, perguntando a vizinhos ninguém a viu e assim chamou a polícia que logo teve a informação de um homem que conhece Sarah ter a visto no caminho e ouviu a menina dizer que disse a empregada dela a deixou ir na igreja e em seguida viu a menina indo a caminho e seguiu seu rumo. Quando foram a igreja falaram que Sarah estava lá pedindo saúde e felicidade, e uma hora depois ela saindo da igreja viu a empregada que deu uma bronca nela ameaçando contar aos pais se mentisse a uma pessoa do que iria fazer, a menina nem ligou. 

Antes de ir embora escondeu as chaves num local aonde Sarah não sabia aonde ficava, apenas ela e os pais da menina. Passou os dias e notava Sarah parecendo procurar as chaves e tentava distrair a menina com conversa ou brincadeiras a menina chegou a ficar feliz e prometeu que concorda com a empregada e assim esqueceram de tudo. No dia seguinte quando a empregada vai a casa de Sarah vê os policiais na porta da casa falando com os pais chocados a qual começou ter o receio da menina ter saído escondida. 

Quando chegou aos policiais confessou que Sarah disse ir a igreja em dia, e acreditou ser na noite passada, todos foram a igreja que informou ter visto a menina ver a missa das 19:00 o horário que os pais procuravam por ela, segundo a igreja ainda diz ver um casal ao lado dela pensando ser os pais e não se focaram mais nela. E assim ficou datado o desaparecimento de Sarah Milder de 9 anos. 

Cerca de uma semana de busca e testemunhas ninguém soube da menina, a empregada foi interrogada suspeita de autorizar a menina a ir, mas não sabia aonde ficava as chaves extras nunca sendo tocadas e foi solta nervosa por ver ser acusada. Passaram mais de 7 meses de buscas sem sucesso e a polícia viu um caso que chamou a atenção era o desaparecimento de um homem chamado José Malins de 54 anos e o curioso era que ele também foi a missa na mesma noite que Sarah, mas a igreja disse um casal que não batia com o homem o que preocupou a esposa dele. Alguns dias depois a polícia teve uma conclusão que na saída tiveram algum tipo de contato e ele seria o responsável pelo desaparecimento de Sarah, as buscas encontraram em uma praça cheia de mata um papel e nele ao ver mostrou ser letras de uma criança que logo foram reconhecidas aos pais como de Sarah, ele estava manchado de vermelho o que supostamente seria sangue mas não era possível ser analisado. 

A conclusão do caso seria que José se interessou pela menina a qual a perseguiu naquela noite e abusou dela a matando e sumindo com o corpo, outros pensam em ele ainda estar com a menina, segundo a esposa o marido não tinha esse problema sendo que foi a missa para rezar a melhora de um câncer o qual iria o visitar. 

Passado mais de 30 anos nunca foi encontrado um vestígio de Sarah e nem José embora havia diversas teorias de um possível contato com os dois, a mãe acredita que Sarah seria ameaçada por ele sendo o motivo dela escrever toda hora saúde e felicidade vendo que sabia não ter chances de escapar do homem a qual poderia morrer e apenas no céu ela iria ficar livre, embora era apenas um pensamento da mãe.

O real motivo de Sarah nunca ter contato o porquê escrevia tanto as mesmas palavras e o que houve com ela e o homem depois da missa nunca foi descoberto, ambos nunca mais foram vistos. 

Fonte:R.C.T

Comentários