O caso bizarro de Julia Wallace um sumiço estranho no McDonald e outros casos, não têm solução.
O assassinato de Julia Wallace em 1931 na cidade de Liverpool tem fascinado escritores britânicos por décadas. A morte foi chamada de ”um mistério sem precedentes”, que só se compara com os assassinatos infames perpetrados por Jack, o Estripador.Em 20 de janeiro de 1931, um homem chamado RM Qualtrough deixou uma mensagem no Clube de Xadrez de Liverpool Central para William Herbert Wallace. Na mensagem o homem dizia que queria se encontrar com William na noite seguinte. No dia seguinte, William foi até o endereço mas não encontrou ninguém. Ele fez o seu caminho de volta para casa, onde encontrou sua esposa brutalmente assassinada na sala de estar.William Wallace foi condenado pelo assassinato, mas a decisão foi derrubada depois de uma apelação à justiça. Dois outros suspeitos foram considerados mas não se chegou à nenhuma resposta. Vários livros foram escritos sobre o assassinato que se tornou um mistério na Inglaterra.
Em 15 de abril de 1926, o ex-membro do parlamento australiano Frederick McDonald desapareceu e foi nunca mais foi visto . Seu corpo nunca foi encontrado. Uma nota de suicídio estava entre os seus pertences mas não dizia detalhes do que ele fez ou onde estaria o corpo. Ley se tornou membro do parlamento federal da Austrália em 1925, e sua ambição foi igualada apenas pela sua reputação como uma pessoa de mau caráter. Pouco depois que ele ganhou seu assento federal, ele foi investigado por corrupção. Antes da audiência, McDonald aparentemente decidiu se matar.
Sabia-se apenas que se tratava de um homem, que foi atingido na cabeça com um bastão e colocado inconsciente dentro de um carro. O veículo foi em seguida incendiado, perto da cidade de Northampton, no centro do país, em 1930.O autor do crime, Alfred Rouse, foi encontrado e condenado à pena de morte, mas levou a identidade de sua vítima para o túmulo. Uma equipe de cientistas da Universidade de Leicester diz ter recuperado uma amostra de DNA da vítima que pode ajudar a revelar sua identidade. O DNA poderá ser comparado com o da família de uma pessoa que teria desaparecido na época. Uma mulher contatou a polícia recentemente dizendo que, ao investigar a árvore genealógica da família e após informações recebidas pela avó, passou a suspeitar que a vítima nesse caso teria sido um tio-avô dela.
O caso ocorreu no domingo 16 de maio de 1937, precisamente às 18h28 – de acordo com as informações policiais. Laetitia Toureaux, uma jovem operária de origem italiana subiu no metrô nesse horário, na estação Porte de Charenton, que nessa época era a última estação da linha 8. Testemunhas viram-na entrando no vagão, que estava vazio. Laetitia usava um chapéu branco e um vestido azul escuro. Na estação seguinte, Porte Dorée, seis passageiros, divididos em dois grupos de três, entram no mesmo vagão. Laetitia lá estava, sentada sozinha. Antes do trem partir, uma dessas pessoas se dirigiu a Latetita, para lhe perguntar se poderia abrir uma janela do vagão, para melhorar a ventilação. Porém, ao se aproximar da moça e ao tocar ligeiramente em seu ombro, seu corpo tombou ao chão, abrindo-se numa maré de sangue. Uma faca da clássica marca Laguiole está cravada na sua garganta. O golpe que a matou foi dado com tanta violência que a lâmina penetrou completamente em sua carne, até o cabo, e de forma tão profunda que seccionou a medula espinhal.
fonte:fatosdesconhecidos.org.
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