O caso das pílulas envenenadas e outros bizarros.
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| o terror fica o bizarro também. imagem:pt.wikipédia.org. |
Em 1982, na cidade de Chicago, sete pessoas morreram após ingerirem pílulas envenenadas. Entre as vítimas, três eram da mesma família. Durante a investigação, os detetives perceberam que as embalagens dos remédios de todas as vítimas eram do mesmo lote e cheiravam a amêndoas (um possível sinal de cianeto), embora tenham sido compradas em lojas diferentes. O resultado da autópsia comprovou a presença de altas doses de cianeto, e as autoridades chegaram à conclusão de que as mortes foram provocadas por envenenamento intencional.
Uma onda de pânico varreu os Estados Unidos e muitas pessoas lotaram os hospitais, preocupadas e com medo. Surgiram muitos casos de criminosos tentando imitar o envenenamento original, usando veneno de rato e até ácido clorídrico.
Apesar de terem surgido três suspeitos ao longo da investigação, a polícia não conseguiu comprovar ou descobrir quem realmente foi o responsável pelos crimes. Uma curiosidade: o lacre de alumínio presente em todos os medicamentos que encontramos à venda hoje em dia foi criado por causa desse crime.
O assassinato de Michelle Von Emster.
Michelle Von Emster foi encontrada morta por dois surfistas na praia de Sunset Cliff, em San Diego, nos Estados Unidos, em 1994. A princípio, acreditou-se que a causa da morte fosse ataque de tubarão. Após uma segunda análise, contudo, um especialista em tubarões-brancos contestou o resultado, alegando que a fratura na perna de Michelle não lembrava em nada o resultado da mordida de um desses animais.
Com isso, começaram a surgir diversas teorias sobre o que realmente teria acontecido com a vítima. Uma delas seria a de que ela foi nadar e se afogou sozinha, enquanto outra diz que ela pode ter caído de um pequeno precipício que existe na beira da praia. Existe ainda uma terceira teoria que fala sobre um possível assassinato. No fim, nunca se descobriu o que de fato aconteceu com ela.
Em 1959, nove esquiadores foram encontrados mortos em um acampamento perto da montanha Otorten, na Rússia. Primeiro, encontraram cinco corpos. Apesar do frio, dois deles estavam vestindo somente roupas de baixo. Segundo a autópsia, as mortes foram causadas por hipotermia, embora umas das vítimas apresentasse uma fratura no crânio.
Dois meses depois, outros quatro corpos foram achados: crânios fraturados, costelas quebradas e até uma língua decepada! E o mais estranho de tudo: eles estavam vestindo as roupas das primeiras vítimas. Para deixar a situação ainda mais esquisita, foram encontrados sinais de radiação nas roupas e no acampamento. Além disso, não havia indícios de que a barraca tinha sido invadida, mas de que tinha sido rasgada de dentro para fora.
Surgiram algumas teorias: uma possível avalanche, um teste de míssil soviético, um ataque do Yeti e até aliens! Por fim, o caso nunca teve solução…
Paulette Gebara era uma menina de quatro anos que sofria com limitações físicas e de fala. Ela desapareceu em 2010 em Huixquilucan, no México, e toda a família e o departamento de polícia se mobilizaram nas buscas pelo apartamento e nos arredores. Não havia vestígio de entrada forçada ou roubo e não havia testemunhas. Os pais da menina utilizaram os meios de comunicação para fazer apelos aos supostos sequestradores para que a devolvessem. O caso começou a ficar estranho quando a polícia fez uma segunda busca na casa. Após uma queda de luz que durou alguns minutos, o corpo da menina foi finalmente encontrado enrolado em um lençol no vão entre a cama e o colchão. A causa da morte foi definida como acidental, em decorrência de uma asfixia mecânica, porém algumas controvérsias fizeram com que a hipótese não fosse amplamente aceita: as babás da menina afirmaram que o corpo não estava no local no momento da primeira busca; em uma gravação, a mãe de Paulette pedia à filha mais velha que não comentasse o caso do desaparecimento para evitar que elas fossem consideradas culpadas; e o pijama que a menina usava no momento em que o corpo foi encontrado era o mesmo que apareceu na cama da mãe em uma entrevista que ela deu para a TV falando sobre o desaparecimento.
Diante desses fatos, a opinião pública se voltou contra a mãe, Lizette; todos estavam certos do envolvimento da família na morte da criança. Contudo, o caso permaneceu encerrado como acidente
fonte:advogadodigital.br

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